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Foto: Reprodução/Tarcísio de Freitas/Flickr
O atrito político entre o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro ganhou reflexos na Assembleia Legislativa de São Paulo.
De acordo com relatos ouvidos pelo UOL, o chefe do Executivo estadual atuou nos bastidores para barrar a escolha de um aliado de Eduardo para a liderança do PL na Casa. Mas, ao ser procurado, Tarcísio negou qualquer interferência
O nome em questão era o do deputado estadual Gil Diniz, filiado ao PL e próximo de Eduardo Bolsonaro desde o início da carreira política. Conhecido pelo apelido de Carteiro Reaça, ele se mobilizou para assumir o comando da bancada após a saída de Carlos Cézar, que deixou o mandato no ano passado ao ser nomeado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.
Inicialmente, Gil Diniz havia reunido apoio suficiente entre os colegas de partido, somando 11 assinaturas, número que representava a maioria da bancada, formada por 20 parlamentares. A indicação, porém, perdeu força depois que os deputados Rodrigo Morais e Bruno Zambelli a retirarem seus nomes da lista.
Segundo o texto, Tarcísio é contra o nome de Diniz por desejar alguém mais próximo ao seu governo, uma vez que o PL conta com a maior bancada da Casa.



