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Reprodução / TV

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), afirmou nesta semana que não tem poder para impedir o aumento da tarifa de ônibus na capital, alegando que o reajuste é automático e previsto em contrato.



O discurso, no entanto, contrasta diretamente com a postura adotada pelo próprio Bruno Reis em 2024, ano em que disputou a reeleição. Naquele momento, o prefeito foi categórico ao afirmar que não haveria reajuste na tarifa ao longo do ano. “Foi um compromisso meu e não há qualquer possibilidade de ter reajuste esse ano”, declarou em entrevista coletiva, afastando qualquer aumento, mesmo diante de pressões do setor.

Bruno reconheceu o aumento dos custos e optou por vetar o reajuste, o que contradiz a narrativa atual de que a Prefeitura não tem ingerência sobre o tema.

Agora, com a tarifa podendo subir dos atuais R$ 5,60 para R$ 5,80, segundo informação divulgada pela Rádio BandNews FM, o prefeito tenta se eximir da responsabilidade política pela decisão. Os fatos, porém, mostram que, quando lhe convém, Bruno Reis interfere, sim, no reajuste da passagem de ônibus em Salvador.



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