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Foto: Divulgação / Democratas

O diretor licenciado do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador, Bruno Carianha, se manifestou nesta quinta-feira (19) sobre a demissão determinada pela gestão municipal. A decisão foi tomada após a participação dele na confusão registrada na Câmara Municipal de Salvador durante a votação do reajuste salarial dos servidores públicos.



O diretor licenciado do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador, Bruno Carianha, se manifestou nesta quinta-feira (19) sobre a demissão determinada pela gestão municipal. A decisão foi tomada após a participação dele na confusão registrada na Câmara Municipal de Salvador durante a votação do reajuste salarial dos servidores públicos.

Além de Carianha, também foram desligados o guarda civil municipal Marcelo da Rocha Oliveira e o agente de trânsito Helivaldo Passos de Alcantara, ambos envolvidos no episódio ocorrido no plenário. A Prefeitura apontou a atuação dos servidores na ocorrência como justificativa para as exonerações.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o sindicalista criticou o prefeito Bruno Reis, e o ex-prefeito ACM Neto e classificou os dois como representantes de um “Carlismo Gourmet”, afirmando ainda que já aguardava a penalidade e fez comentários em tom irônico sobre a origem social dos gestores municipais.

“Nós sabíamos que essa demissão viria, é a cara do Carlismo Gourmet, é esse Carlismo aí dos menudo lá do Marista. Eles estudaram lá, né? Eu estudei em escola pública, não tenho espaço para ser menudo e nem gourmetizado igual a eles.”, disparou.

“Eles entraram na prefeitura dizendo que eram diferentes e estão cometendo os mesmos atos que o avô dele cometia lá, o Carlista, que vinha daquele carlismo assassino, matando a população. A gente está agora aí com o mesmo ato. Esse ato é um ato que ele tenta acabar com a minha família, com a família de Marcelo, com a família de Alemão, conosco, com todos nós que somos trabalhadores, e dizer para a gente que a gente não vai poder reagir, lutar, se manifestar contra o autoritarismo e esses reajustes ridículos que eles propõem.”, disse.



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