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A decisão do Partido dos Trabalhadores de intensificar as críticas ao senador Flávio Bolsonaro apenas após o prazo de desincompatibilização, que se encerra no próximo sábado, levanta preocupações dentro do próprio campo governista. A avaliação é de que o timing pode gerar efeitos além do esperado no cenário eleitoral.



Nos bastidores, o receio é de que, caso a estratégia funcione e provoque uma queda acentuada de Flávio nas pesquisas, a direita ganhe tempo para reorganizar sua candidatura antes das convenções. Nesse contexto, o movimento poderia acabar beneficiando a oposição ao abrir espaço para uma troca de nome na disputa presidencial.

Sem a entrada do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, outro nome que surge como alternativa é o da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A possibilidade é vista como um fator de atenção para aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A avaliação é de que Michelle poderia apresentar menor resistência em segmentos religiosos, especialmente entre lideranças evangélicas, além de enfraquecer discursos usados contra a direita. Esse cenário é considerado um possível complicador para a estratégia eleitoral do campo governista.



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