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O ex-ministro da Cidadania e presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou que a decisão da CPI do Crime Organizado de convocá-lo para depor tem motivação política e não possui base técnica. Em publicação nas redes sociais, ele declarou não ter qualquer relação com o caso investigado e disse que a medida é desprovida de fundamento razoável. Segundo Roma, o ex-ministro da Economia Paulo Guedes também foi chamado a prestar esclarecimentos sem ligação com os fatos apurados.



O dirigente do PL destacou que, conforme o relator da comissão, não há investigação formal aberta contra seu nome. Na avaliação dele, a convocação integra uma estratégia do Partido dos Trabalhadores para desviar a atenção de problemas da atual gestão e criar narrativas políticas.

Roma ainda associou o episódio ao cenário eleitoral na Bahia, onde articula candidatura ao Senado em 2026. Para ele, o fortalecimento de seu nome na disputa tem incomodado adversários e motivado movimentações no estado.

“Vejam a mais nova: a CPI do Crime Organizado decidiu convocar alguns nomes como eu e o ministro Paulo Guedes para prestar depoimento num caso em que não temos absolutamente nenhuma relação, num movimento claramente político sem qualquer fundamento minimamente razoável.”, escreveu em uma rede social.



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