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Integrantes do governo avaliam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve um momento de destaque ao reagir ao tarifaço anunciado por Donald Trump, mas a tendência é que o tema não seja central na campanha pela reeleição. A estratégia em discussão prevê um tom mais moderado, sem explorar uma oposição direta ao líder americano ou gestos simbólicos de aproximação.



O foco da narrativa eleitoral, porém, deve recair sobre a defesa da soberania nacional e na imagem de um presidente voltado à proteção dos interesses do país e do setor produtivo. A avaliação interna é de que esse discurso pode fortalecer a percepção de experiência em um cenário internacional marcado por conflitos, como a guerra na Ucrânia e as tensões no Oriente Médio.

Nos bastidores, a leitura é de que um embate direto com Trump teria alcance limitado, mobilizando principalmente eleitores já alinhados à esquerda. O objetivo da campanha é ampliar apoio entre votantes de perfil mais moderado, considerados decisivos para o resultado da disputa.

Outro fator considerado é o risco de uma eventual reação do próprio Trump no processo eleitoral brasileiro. Há receio, tanto no governo quanto no partido, de que um posicionamento mais duro estimule manifestações de apoio ao senador Flávio Bolsonaro, apontado como possível adversário na corrida presidencial.



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