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Reprodução / Agência Senado

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, do PT da Bahia, fez duras críticas à votação que tratou da quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tema foi debatido nesta quinta-feira, 26, durante sessão da CPMI do INSS.



Na avaliação do senador, o processo de votação não ocorreu de forma regular. Em entrevista à CNN Brasil, Wagner afirmou que houve manipulação na condução do caso e evitou utilizar termos mais duros para classificar a situação. Ele declarou ainda que não sabe como o impasse será resolvido.

A reunião da comissão acabou sendo interrompida após um tumulto entre parlamentares. O clima tenso marcou a sessão, que precisou ser suspensa diante da confusão registrada no plenário. Wagner descreveu o episódio como absurdo ao comentar o desfecho da discussão.

“Houve uma manipulação, prefiro não adjetivar e, portanto, não sei exatamente como esse imbróglio vai terminar.”, disparou.

“Um absurdo, realmente foi-se as vias de fato porque as pessoas ficaram indignadas com a proclamação do presidente Carlos Viana sobre o resultado. Não há como negar que o número nosso era 14 e não 7 e quem ganha é a maioria”, disse.



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