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O avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas eleitorais tem intensificado as articulações para que o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), aceite compor como vice em uma eventual chapa presidencial.
Apesar da pressão, Zema tem sinalizado a interlocutores que pretende manter sua pré-candidatura.
Levantamentos recentes indicam crescimento do senador em um possível segundo turno contra o presidente Lula (PT). Na pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, Flávio aparece numericamente à frente, com 42% contra 40% de Lula, dentro da margem de erro. Em março, ambos tinham 41%, enquanto em fevereiro o petista liderava com 43% ante 38% de Flávio.
Integrantes da pré-campanha avaliam que o desempenho consolida Flávio Bolsonaro como principal nome da oposição, reduzindo espaço para alternativas dentro do campo bolsonarista. Nos bastidores, os números têm sido usados como argumento para fortalecer negociações e ampliar alianças.
A leitura entre aliados é de que o senador ganha força para liderar um movimento de unificação da direita, o que abriria espaço para composições como a de Zema na vice. Ainda assim, interlocutores de Zema indicam que não houve mudança decisiva no cenário, e a tendência é que ele siga avaliando sua viabilidade antes de qualquer decisão.



