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Foto: Divulgação

A decisão do PP de romper com o grupo governista e aderir ao projeto de ACM Neto, em 2022, marcou uma virada na trajetória política de Cacá Leão. Na época, ele estava em ascensão: era deputado federal, tinha prestígio em Brasília, era apontado como um dos parlamentares influentes do Congresso e chegou a ser cotado para voos ainda maiores na Câmara.



Naquele ano, mesmo com o pai, João Leão, ocupando a vice-governadoria da Bahia, o grupo rompeu com o PT. Cacá abriu mão de disputar a reeleição para deputado federal e aceitou ser candidato ao Senado na chapa de ACM Neto. Perdeu a eleição e, com isso, ficou sem mandato.

Depois da derrota, Cacá foi abrigado na Prefeitura de Salvador, onde assumiu a Secretaria de Governo na gestão Bruno Reis. Deixou o cargo neste ano para tentar retornar à Câmara dos Deputados e entrou na disputa contando com amplo apoio de aliados do prefeito de Salvador.

O resultado, porém, foi uma nova derrota. Cacá não conseguiu se eleger deputado federal e ficará novamente sem mandato eletivo. Em apenas quatro anos, o político que despontava como um dos nomes baianos com maior projeção em Brasília passou a acumular dois fracassos nas urnas desde que seu grupo decidiu apostar na aliança com ACM Neto.



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