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O marqueteiro Marcelo Lopes, conhecido como ‘Marcelão’ e coordenador da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro, foi mencionado em um documento ligado ao chamado “Projeto DV”, descrito como um plano de ataques coordenados contra o Banco Central e servidores da instituição.



As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo, que relata a abertura de investigação pela Polícia Federal após identificação de publicações articuladas por influenciadores.

De acordo com a reportagem, o projeto teria sido contratado por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e incluiria Marcelão na equipe de estrategistas, ao lado de Thiago Miranda, da agência Mithi, e Anderson Nunes, da Unltd Network.

O material também aponta transferências financeiras, incluindo um Pix de R$ 650 mil enviado por Miranda a Marcelo Lopes em dezembro, além de outros R$ 400 mil destinados à Unltd dias depois.

Em resposta, Marcelão negou qualquer participação no projeto e afirmou ter recebido a inclusão de seu nome com “surpresa” pois, segundo ele, houve apenas uma conversa inicial sobre a possibilidade de integrar um projeto maior, mas a proposta teria sido recusada devido a uma viagem internacional no período.



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