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Foto: Reprodução/YouTube
A Polícia Federal pediu autorização para realizar busca e apreensão contra o candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil), durante operação deflagrada nesta quinta-feira (17).
A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro foi indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao STF.
Segundo informações divulgadas pelo UOL, ACM Neto é investigado sob suspeita de ter indicado um secretário para a Prefeitura de Belo Horizonte com a missão de selecionar empresários em licitações públicas. Posteriormente, haveria retorno financeiro por meio do pagamento de propina.
A investigação envolve o ex-secretário municipal de Educação de Belo Horizonte Bruno Barral, que foi afastado do cargo durante a terceira fase da Operação Overclean. Ele é suspeito de atuar em conjunto com uma possível organização criminosa.
Embora tenha impedido a busca e apreensão contra ACM Neto, a decisão de Kássio Nunes Marques não encerra a investigação. O episódio amplia a pressão sobre o candidato, que já vinha sendo questionado durante a campanha sobre as apurações da Operação Overclean.



