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Foto: Betto Jr / Secom
O diretório estadual do PSOL na Bahia protocolou uma ação no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) para reforçar o pedido de prisão do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), e do secretário municipal de Mobilidade Urbana, Pablo Souza. A solicitação original foi apresentada pela Coligação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, em meio à crise no transporte público durante o segundo turno das eleições presidenciais, neste domingo (25).
O pedido está relacionado ao suposto descumprimento de determinações judiciais que exigiam a circulação da frota integral de ônibus, com gratuidade para os passageiros durante o dia da votação. A redução da oferta de coletivos provocou reclamações de eleitores que relataram dificuldades para chegar às seções eleitorais.
Como novo elemento, o PSOL aponta a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que, segundo a representação, prorrogou o horário de votação até as 19h diante da gravidade da situação relatada. A legenda defende que os fatos sejam considerados na análise das medidas solicitadas à Justiça Eleitoral.
“Uma covardia, o que se foi feito no dia de hoje contra o povo baiano. O cinismo de Bruno Reis, tentando convencer que supostamente meia dúzias de adesivos, paralisou toda uma frota, isso é canalhice, golpe”, afirmou o presidente do PSOL Bahia, Ronaldo Mansur.



