Política ao Vivo. Siga a gente no Instagram: @politicaaovivo

Foto: Reprodução/Rede Social
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a abertura de três novas ações de investigação judicial eleitoral (Aijes) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado na eleição presidencial. Em duas delas, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão do senador, também aparece como investigado.
Os processos vão apurar possíveis irregularidades relacionadas ao filme Dark Horse, à influência de organizações armadas durante a votação e à atuação de bolsonaristas nos Estados Unidos. As investigações avaliarão suspeitas de abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.
Na quinta-feira (5), o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, acolheu pedidos apresentados pela campanha do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além de Flávio e Eduardo, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice na chapa presidencial, também será investigado.
Uma eventual condenação pode resultar na inelegibilidade dos envolvidos. Com as novas decisões, Flávio passa a responder a nove ações desse tipo no TSE. Entre os outros casos em análise estão a atuação do canal de WhatsApp Tropa do Flávio, sua participação na Festa do Peão de Barretos e uma possível atuação de redes sociais em benefício de sua candidatura.
No caso do filme Dark Horse, a campanha de Lula sustenta que recursos solicitados ao banqueiro Daniel Vorcaro podem ter beneficiado a candidatura de Flávio, seja por meio da produção cinematográfica como peça de propaganda, seja pelo uso dos valores em outras iniciativas, inclusive nos Estados Unidos.



