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A Prefeitura de Salvador decidiu exonerar a ex-vereadora Leo Kret e outros servidores municipais após a deflagração da Operação Sponsor, realizada nesta terça-feira (26) pelo Ministério Público do Estado da Bahia, por meio do Gaeco. A ação investiga suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos públicos destinados a eventos carnavalescos e iniciativas voltadas à comunidade LGBTI+ na capital baiana.



Filiada ao PDT, Leo Kret ocupava o cargo de diretora-geral de Políticas e Promoção da Cidadania LGBT+ na Secretaria Municipal da Reparação, função para a qual havia sido nomeada pelo prefeito Bruno Reis. A exoneração ocorreu no mesmo dia da operação.

Em nota oficial, a gestão municipal informou que adotou a medida em conformidade com orientação do órgão ministerial e afirmou que está colaborando com as investigações para o esclarecimento dos fatos.

De acordo com os promotores, uma associação investigada recebeu mais de R$ 1,1 milhão da prefeitura, recursos que deveriam financiar eventos em diversos bairros de Salvador e apoiar blocos carnavalescos no Carnaval de 2025. Denúncias apresentadas por organizadores e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+ ao MP-BA apontaram possíveis desvios na execução do projeto Caminhada da Diversidade LGBTI+, o que motivou a operação.



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